Artigos Científicos em Enxerto Ósseo

A UNIOSS reúne conteúdos técnicos sobre enxertos ósseos alógenos aplicados à odontologia, com foco em evidência científica, segurança e previsibilidade clínica.

Nesta seção, você encontra resumos objetivos de artigos científicos sobre:

Enxerto ósseo em implantodontia
Regeneração óssea guiada
Uso de tecidos ósseos homólogos
Técnicas cirúrgicas e indicações clínicas


Os conteúdos são organizados para facilitar o acesso rápido à informação, permitindo aprofundamento por meio dos artigos completos.

Artigos Científicos

Reconstrução do rebordo alveolar com enxerto ósseo alógeno homólogo

Enxerto ósseo alógeno homólogo apresenta alta previsibilidade clínica na reconstrução alveolar, com 93% de sucesso pós-operatório e elevada taxa de reabilitação com implantes, quando respeitados critérios biológicos e planejamento adequado.

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Uso de blocos ósseos alógenos córtico-esponjosos impregnados com aspirado de medula óssea

Blocos ósseos alógenos associados ao aspirado de medula óssea aumentam o ganho ósseo horizontal e a formação de osso vital, ampliando a previsibilidade em reconstruções alveolares.

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Banco de tecidos e enxertos ósseos alógenos na regeneração periodontal

A previsibilidade do enxerto ósseo alógeno depende da qualidade do banco de tecidos, com variabilidade associada à idade do doador, fatores biológicos e controle do processamento.

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Alterações dependentes do tempo em enxertos ósseos em bloco fresco congelado

Enxerto ósseo alógeno fresco congelado apresenta melhor previsibilidade para reabordagem cirúrgica em 4 meses, otimizando o planejamento da reabilitação com implantes.

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Influência do processamento de enxerto ósseo alógeno na adesão e função de osteoblastos

O processamento do enxerto ósseo alógeno impacta diretamente a adesão, proliferação e diferenciação celular, sendo determinante para a previsibilidade clínica da regeneração óssea.

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Comparação entre enxerto ósseo alógeno fresco congelado e autógeno, associados ou não à medula óssea

Enxerto ósseo alógeno fresco congelado apresenta formação óssea semelhante ao autógeno, com maior quantidade de partículas residuais e remodelação mais lenta.

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Reconstrução de mandíbula edêntula com enxerto ósseo alógeno fresco congelado e implantes: 4 anos

Enxerto ósseo alógeno fresco congelado apresenta alta previsibilidade na reconstrução mandibular, com 100% de sobrevivência dos implantes em 4 anos e reabsorção óssea marginal controlada.

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Reconstrução de rebordo alveolar com enxerto ósseo alógeno: 483 pacientes com 5 anos de acompanhamento

Enxerto ósseo alógeno é alternativa viável ao autógeno na reconstrução alveolar, com previsibilidade dependente do planejamento, volume enxertado e qualidade dos tecidos moles.

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Reconstrução de defeitos ósseos em maxila e mandíbula com enxerto ósseo alógeno congelado

Enxerto ósseo alógeno medular congelado apresenta formação óssea organizada em 4 a 6 meses, com baixa contração cicatricial e alta resistência mecânica.

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Reconstrução de rebordo maxilar com enxerto ósseo alógeno fresco congelado: avaliação clínica e histológica

Enxerto ósseo alógeno fresco congelado demonstra integração, vascularização e formação de osso maduro, permitindo instalação de implantes com alta estabilidade.

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Incorporação e remodelação de blocos ósseos alógenos na reconstrução maxilar: estudo clínico randomizado

Blocos ósseos alógenos frescos congelados apresentam alta previsibilidade na reconstrução maxilar, com taxa de sobrevivência de implantes de 94,7%.

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Incorporação de enxerto ósseo alógeno e autógeno: análise tomográfica em alógenos

Enxerto ósseo alógeno apresenta espessura e densidade semelhantes ao autógeno após 180 dias, mantendo ganho ósseo adequado para instalação de implantes.

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Resultados histológicos após levantamento de seio maxilar com substitutos ósseos e enxerto autógeno

Enxerto autógeno apresenta maior formação óssea em levantamento de seio maxilar, porém enxerto ósseo alógeno e biomateriais demonstram resultados comparáveis e adequados para regeneração.

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Achados histológicos e tomográficos de blocos ósseos alógenos com acompanhamento de 4 anos

Enxerto ósseo alógeno em bloco apresenta integração e remodelação ao longo de 4 anos, com baixa reabsorção volumétrica (2,1% a 7,7%) e características semelhantes ao osso nativo.

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Enxerto ósseo alógeno fresco congelado versus autógeno ilíaco na reabilitação de maxila extremamente atrófica

Enxerto autógeno apresenta menor exposição e maior taxa de sobrevivência de implantes em maxilas extremamente atróficas em comparação ao enxerto ósseo alógeno fresco congelado.

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Efeitos da radiação ionizante nas proteínas de enxerto ósseo alógeno: impacto na osteoindução

A radiação ionizante em enxerto ósseo alógeno reduz proteínas osteoindutoras de forma dose-dependente. Em protocolos usuais (15–25 kGy), a preservação das BMPs é mantida.

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Segurança do enxerto ósseo alógeno na odontologia: controle, processamento e rastreabilidade

Enxerto ósseo alógeno apresenta alto nível de segurança quando submetido a triagem rigorosa de doadores, processamento controlado e rastreabilidade completa.

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Ganho ósseo em espessura com enxerto ósseo alógeno alógeno congelado na reconstrução maxilar

Enxerto ósseo alógeno alógeno congelado proporciona ganho médio de espessura de 4,42 mm em 6 meses, com reabsorção controlada e resultados independentes da idade.

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Implantes em maxila atrófica reconstruída com enxerto ósseo alógeno fresco congelado: 287 implantes

Enxerto ósseo alógeno fresco congelado apresenta alta taxa de sobrevivência de implantes (98,3%) em maxilas atróficas, com reabsorção óssea marginal controlada.

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Enxerto ósseo alógeno é seguro e eficaz na prática odontológica atual?

Enxerto ósseo alógeno apresenta segurança e eficácia clínica comprovadas em procedimentos regenerativos, desde que submetido a processamento rigoroso e validação de desempenho biológico.

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Comparação entre enxerto ósseo alógeno e matriz bovina em levantamento de seio maxilar

Enxerto ósseo alógeno apresenta maior formação de osso vital e menor quantidade de material residual em comparação à matriz bovina, favorecendo remodelação óssea em levantamento de seio maxilar.

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